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Jovem da região de São Paulo libera vagas de emprego para todas pessoas com 20 anos para cima

Luiz diz que a profissão agente de vistos americanos é uma das mais lucrativas no atual momento para quem busca uma nova fonte de renda principal ou até mesmo aquele dinheirinho extra no fim do mês.

Por Arnaldo Aurol, n1 Twitter Ícone - PNG Transparent - Image PNG Logotipo do ícone do Facebook - Baixar PNG/SVG Transparente

15/05/2023 05h01 Atualizado há uma hora

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“Um dia eu estava procurando na internet como eu poderia ganhar dinheiro e sempre via a mesma coisa, ganhar dinheiro vendendo cursos… Essa mesma ideia de vender cursos que enganaram milhares de pessoas não era pra mim. Foi quando eu decidi ir para os Estados Unidos e morar lá, mas não tinha o visto americano. Nessa época eu não fazia ideia do que fazer para ir para lá, e felizmente eu conheci uma mulher que me ensinou a preencher a DS-160 e eu passei! Viramos amigas e ela me contou sua história, que aprendeu a preencher para as pessoas e começou a montar uma equipe de 24 pessoas em um período de 1 ano e faturando mais de 300 mil reais por mês! Fiquei de cara e me interessei, larguei tudo no Brasil e comecei a preencher o visto para as pessoas e adivinha? Minha empresa bateu os primeiros 6 dígitos em 1 mês!” Disse Luiza.

Após meses a Luiza resolveu ensinar para as pessoas a como preencher a DS-160 para que elas possam ganhar dinheiro

Luiza criou um passo a passo que as pessoas devem seguir para ter os seus vistos aprovados e inacreditavelmente, 99% das pessoas que seguiram os passos conseguiram!

E ela divulgou conosco o passo a passo para este processo. Caso você queira aprender e começar a vender esse serviço de preencher visto para quem precisa e ganhar até 500 reais por visto preenchido, clique no link abaixo que você vai ter o conteúdo completo para aprender a preencher a DS-160 e também um contato diretamente comigo para dicas e como ter clientes fixos!

Foto de criança

“São dois séculos [do fim da escravidão] e ainda não rompemos com essa imagens, do indivíduo negro ora submisso, ora perigoso”, afirma a doutora em História Política Iamara da Silva Viana, professora da PUC-Rio.

 

 

“A gente acha que exclusão é só falta de acesso à escola. Mas ela também é operada dentro da escola. Não é porque tem garantia de ingresso que todos vão se sentir incluídos no processo. Presença física não é sinônimo de inclusão”, afirma o professor e historiador Higor Ferreira, que pesquisa escravos, libertos e livres de cor na capital do Rio de Janeiro no século 19.

 

Embora a primeira lei sobre educação do Brasil, de 1827, não exclua os negros – porque “não se precisa proibir o que não é corriqueiro”, segundo Ferreira – outra lei, editada pela Província do Rio de Janeiro em 1837, proibia a presença de “escravos e pretos africanos” e de pessoas com “moléstias contagiosas”.

 

“Isso demonstra que o cenário é mais complexo do que se imagina. Quem tem mais propensão a ficar com doença contagiosa? Comunidades mais pauperizadas, formadas por negros libertos ou filhos deles”, afirma Ferreira. 

 

“Os negros não são proibidos, eles podem ir à escola, mas temos provas de que nem sempre a acolhida é a melhor”, afirma.

Dentro deste cenário, houve iniciativas lideradas por negros para educar seus filhos.